
A Casa Colombo-Museu
do Porto Santo pretende vir a constituir-se como estrutura
sede de um conjunto referencial mais vasto, um museu polinuclear,
na identificação da história do Porto
Santo.
Afirma-se
como espaço de reconhecimento da posição
estratégica do Porto Santo no contexto da expansão
portuguesa. Propõe ainda áreas dedicadas à
presença de Cristóvão Colombo no arquipélago
da Madeira e à sua importância na preparação
das grandes viagens, até ao descobrimento da América.
Cristovão Colombo casara com a filha do primeiro Capitão
Donatário do Porto Santo, Bartolomeu Perestrelo.
Uma terceira área expositiva evoca o afundamento, junto
à costa norte da ilha do Porto Santo, do galeão
Sloot ter Hooge, pertencente à Companhia das Índias
Holandesas (V.O.C.), a caminho de Batávia, actual Jacarta,
na Indonésia. Estas três áreas temáticas
recordam a sucessão de três das maiores potências
no comércio mundial: Portugal, Espanha e Holanda.
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Matamorras
Cova para guardar cereais, escavada no piso térreo
das habitações ou no subsolo do espaço
exterior da casa. As matamorras eram revestidas dum isolador
de pedra e palha. A abertura era coberta por uma laje
quadrada de basalto, vedada depois com barro amassado
com água. Os celeiros comuns do Porto Santo eram
constituídos pelas matamorras como as do Largo
do Pelourinho da Vila Baleira.
Existem 2 Matamorras na Casa Colombo e podem ser encontradas
na Sala de Exposições Temporárias
e na Recepção/Loja |
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